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terça-feira, 15 de maio de 2012

Como prevenir as cãibras?

cãibras Cãibras são espasmos intensos de dor aguda, que ocorrem por um esforço físico muito grande, por desidratação ou, ainda, por deficiência de sais no organismo, em especial potássio, sódio e cálcio.

Segundo Carolina de Sousa, profissional de educação física do B&A Academia (SP), calor ou frio intenso também pode provocar as cãibras. "Um tempo quente demais intensifica as reações químicas no organismo, o que pode ocasionar contrações musculares involuntárias, e o oposto, um dia muito frio, pode tencionar os vasos sanguíneos e prejudicar o fluxo de sangue para os músculos", afirma.

Previna-se!
Para evitar que a cãibra apareça, mantenha uma alimentação balanceada, rica em sais minerais, e consuma regularmente fontes de potássio, como banana, laranja e frutas secas, de cálcio e de sódio, os dois presentes no leite e seus derivados.

Carolina indica ainda beber de um a dois copos de água a cada 20 minutos durante o treino, além de ingerir pelo menos 2 litros do líquido por dia. Manter-se hidratado é essencial para afastar as cãibras.

Outra dica é alongar-se antes e depois dos treinos, para garantir uma preparação do músculo antes de exercitá-lo e também seu relaxamento, já que é necessário descanso para que a musculatura se recupere.

Como agir no momento da dor?
"No momento da cãibra, alongue a musculatura imediatamente, realizando um movimento oposto ao da dor", orienta a profissional de educação física Carolina de Sousa.

A cãibra também pode aparecer por falta de açúcar, isso acontece principalmente em quem é diabético. Se for esse o caso, consuma alimentos com açúcar de rápida absorção, como balas ou frutas.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Obesidade não deve ser calculada só com base no IMC

Determinar a obesidade apenas pelo Índice de Massa Corporal (IMC) é um equívoco. Considerar o porcentual de gordura do corpo seria um modo mais correto de diagnosticar o sobrepeso.

A obesidade pode ser um problema aparentemente mais grave do que se pensava, afirma um estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Medicina de Nova York e da Faculdade de Medicina Weill Cornell no jornal PLoS One. Segundo os cientistas, determinar a obesidade apenas pelo Índice de Massa Corporal (IMC) é um equívoco. Considerar o porcentual de gordura do corpo seria um modo mais correto de diagnosticar o sobrepeso, o que tecnicamente aumentaria o número de pessoas consideradas obesas, de acordo com a pesquisa.

O IMC é obtido a partir de um cálculo simples que relaciona o peso e a altura de cada pessoa e o resultado é um número pelo qual se diagnostica o sobrepeso ou não. Alguém com um IMC superior a 30 ou mais é classificado como obeso. De acordo com o Centro Americano de Controle de Doenças, um em cada três americanos é obeso.

Outras formas de diagnosticar a obesidade incluem a análise de quanto do corpo é composto por gordura. Se o organismo masculino tem 25% ou mais de gordura e o feminino tem 30% ou mais, é o caso do sobrepeso.

Eric Braverman, um dos pesquisadores, afirma que é errado considerar a obesidade observando apenas o IMC. "O índice é uma medida insensível, passível de erro, enquanto medições de gordura são mais eficazes, já que mostram a distribuição da gordura pelo corpo", diz.

Os pesquisadores analisaram os dados de 1,393 pessoas que tiveram tanto o IMC e índice de gordura calculados. Os resultados mostram que na maioria dos casos, a conclusão é a mesma. Mas em 539 dos casos - 39% - não foram considerados obesos por causa do IMC, mas pela porcentagem de gordura em seus corpos.

A disparidade foi maior entre as mulheres, e piorou nos grupos de idade mais avançada. "A perda de massa muscular nas mulheres exacerba e classificação errônea do IMC. Um cálculo mais apropriado para considerar obesidade é estabelecer índices de 24 para mulheres e 28 para homens", dizem os pesquisadores. Atualmente, pessoas com o IMC até 24 não são consideradas obesas.

As conclusões, portanto, indicariam que a população obesa não só dos Estados Unidos, mas também de todo o mundo, é maior do que se pensa. "Com o cálculo corrigido, 64,1%, ou 99,8 milhões de mulheres americanas são obesas", afirmam

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Perder peso rapidamente é prejudicial

A perda de peso rápida às vezes pode resultar em ganho de peso rápido e em todos os lugares errados.

Os especialistas alertam que perder peso muito rápido pode não ser uma coisa boa, ao contrário do que as pessoas possam pensar.

É sonho de muita gente perder peso como uma estrela de cinema. Com um personal trainer, personal chef, nutricionista pessoal e assistente pessoal, quem não poderia perder 10 quilos em poucas semanas?

Mas uma nova entrevista com a atriz Mila Kunis indica que a perda de peso rápida (neste caso para um papel) às vezes pode resultar em ganho de peso rápido e em todos os lugares errados.

Mila perdeu 9 quilos para poder interpretar Lily, a bailarina “inimiga” de Nina (Natalie Portman) em “Cisne Negro”. Com 43 quilos, Mila diz que tinha músculos fortes, mas era pele e osso.

Infelizmente, quando ela ganhou peso de volta, ele acabou em lugares completamente diferentes.
“Todo o peso que deixou meu peito fui para o meu quadril, meu estômago”, disse ela.

Andrea N. Giancoli, nutricionista e porta-voz da Academia de Nutrição e Dietética americana, explica que peso redistribuído não é incomum após perda de peso drástica (e ganho de peso).

“O que acontece muitas vezes com extrema perda de peso de forma rápida é que você perde tecido muscular”, diz ela. “Infelizmente, quando nós ganhamos o peso de volta, ele volta na forma de gordura”.

E a gordura tende a mostrar-se sempre onde você é geneticamente predisposto a tê-la. Algumas pessoas armazenam gordura na barriga, outras nas coxas, seios ou nádegas.

Além do mais, rápida perda de peso geralmente afeta o metabolismo, diminuindo a velocidade com que o corpo queima calorias. “Mas quando você volta a comer normalmente de novo, você ganha peso mais facilmente e como gordura, a menos que você não coma demais e se exercite”, explica a nutricionista.

Se você está de dieta, Giancoli aconselha perder apenas 400 a 900 gramas por semana, que dá ao seu corpo oportunidade de se adaptar à perda de peso e minimiza a perda de massa magra e músculo.

Quanto a celebridades e seus altos e baixos, ela diz que são muitas vezes um exemplo perfeito do que não fazer. “Um dia elas perderam muito peso e estão lindas, no outro ganharam todo o peso de volta.

Culpamos as celebridades, não as dietas ridículas. Mas, no final, tudo se resume a fisiologia e biologia humanas. Seu corpo não gosta quando você perde peso tão rápido”, alerta Giancoli.
Calcule Aqui seu IMC. Peso: Kg Altura: m